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sábado, 7 de janeiro de 2012

"Balança Nois" grava DVD em São Paulo


Neste sábado, 7 de Janeiro, um novo balanço do forró entra em cena nas noites da cidade de São Paulo. É a banda “Balança Nóis”, que está nos preparativos para a gravação do DVD  de divulgação que será apresentado, ao vivo, na casa de shows Tropical Dance, que fica em Pinheiros, um reduto bem conhecido por quem aprecia o forró. O forró “Balança Nóis” conta com uma mega estrutura. Além dos músicos, bailarinas e técnicos, o público pode apreciar efeitos visuais através de aparatos tecnológicos de última geração. Ou seja, um conceito que geralmente não se aplica em DVDs voltados, especificamente, para divulgação.
Esse novo balanço é abrilhantado por um trio de vocais: Fábio Piu-Piu, Nando Silva e Rafaela Alves. “Com esse novo trabalho, queremos ganhar não apenas os palcos da cidade paulistana, que é extremamente importante, porque a gente tem se preparado muito artisticamente, há um bom tempo. E, aos risos, acrescentam: “o céu é o limite.”
Para os que curtem um bom forró, o show acontece no Tropical Dance, na Rua Butantã, 336 – Pinheiros. Os ingressos poderão ser adquiridos na bilheteria do local e custam R$20,00. Além da gravação do DVD de divulgação, o forró “Balança Nóis” vai sortear uma moto zero quilômetro para o público.
Para maiores informações, acesse o site www.forrobalancanois.com.br.
Por André Lossio -

sábado, 24 de dezembro de 2011

FELIZ NATAL! Sixpence None The Richer - Angels We Have Heard On High [Official Music ...

O afeto é o que nos une. Por isso, passo aqui só pra deixar uma mensagem musical. Dedico essa graciosa canção aos que têm o dom de amar e perdoar. FELIZ NATAL!



segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

CARTÃO DE NATAL ALPHA FM - "LEVA"

Essa é para quem curte MPB pelas ondas da Alpha FM. Extremo bom gosto musical de natal!

Prece de aniversário

Qual gesto é mais valoroso e comparável ao da generosidade?
Hoje completo mais um ano de vida e observo a bondade de Deus em minha vida. 
Não tenho tudo o que quero mas tenho tudo o que preciso: o dom da vida.
Quanto mais somos gratos ao Criador, mais Ele quer nos agraciar. 
Sabe o que mais quero como presente de aniversário dos meus amigos? Ser colocado em alguns instantes de suas preces. O tempo de meditação elevará o bem querer ao mais alto céu.   

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Trailer - Luther Blissett - Cultura nos Extremos de São Paulo

Do rascunho ao documentário
De um rascunho, feito num guardanapo de papel de um restaurante, houve a concepção de um documentário. Isso mesmo, a ideia surgiu num mísero rabisco feito em um guardanapo com os meus colegas comunicólogos, Simone Alauk e Cayan Fontoura.
Depois de diversas orientações com a professora Regina Tavares, tivemos uma força tarefa: viajar pelos quatro extremos geográficos da cidade de São Paulo. No começo, o tema era a abordar sobre o movimento de contracultura. Depois, o tema foi repensado sobre manifestações culturais, mas logo transformou-se no que hoje é o “Luther Blissett: cultura nos extremos de São Paulo”, sob a orientação do professor Carlos Monteiro. Luther Blissett é um pseudônimo que tornou-se um movimento dos anos de 1990 para dar voz a escritores, músicos, poetas e tantas outras pessoas anônimas ativistas e produtoras culturais.
De lá pra cá, muitas coisas aconteceram. O nosso colega Rafael Silvério era um membro da nossa equipe, entretanto, não quis dar continuidade no curso de jornalismo, justamente no penúltimo semestre acadêmico. Porém, tivemos o grato reforço do Diego Queiroz para a nossa empreitada.
É indescritível minha experiência como repórter do documentário pois, a cada lugar do extremo da cidade onde consegui chegar, percebi o quanto a cidade é rica de pessoas entusiasmadas, com possibilidade de mudar suas vidas através da cultura, na soma do melhor de cada um. Dias chuvosos, frios, calmos, movimentados... seja qual tenha sido a circunstância, o melhor foi descobrir que existe vida inteligente nas periferias da cidade. Conversar com especialistas ou agentes culturais, cada um com sua própria identidade.
Foram diversos tipos de locomoção: carro, ônibus, metrô, trem, barco. São Paulo tem muito a ser desvendada. Foram cansativas as gravações? De verdade, respondo que me revigorou. Um aprendizado maior por saber que cultura só é cultura quando tem a presença do ser humano.
Assista o teaser do nosso documentário e a ousadia desse nosso trabalho:


Luther Blissett é a voz do povo. Luther Blissett é poeta. Luther Blissett é manifestação. Luther Blissett é visionário. Luther Blissett é todo mundo. O que é cultura? Luther Blissett encontra o cenáro cultural que nasce nos extremos da cidade de São Paulo.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Jardim de Bem Querer

Não sei o que fazem outros amigos, mas resolvi trazer, ao seu olhar, minhas palavras. Apenas palavras a cultivar nosso jardim de bem querer. Posso estar distante, porém os jasmins de encanto, lírios de afeto e as rosas de amizade não podem ficar sem esse nosso regar.
Concorda?

domingo, 27 de novembro de 2011

Documentário "Luther Blissett" é APROVADO

21/11/2011: sentimento profundo de vitória.










Diego Queiroz, Profª Ms. Regina Tavares, Alice Furlanetti, Cayan Fontoura e 
Eu (agachado)

Confira o trailer do nosso documentário:
http://www.youtube.com/watch?v=PeFXZYvGLsA

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Jornalista. E agora?



Minhas expectativas são reais por causa da ousadia de desvendar um novo modo de ver a vida, de ir ao encontro de algo ou de alguém que possibilite o aumento de conhecimento. 
Mesmo que venham as turbulências, acredito que as portas simplesmente serão abertas porque, nas reportagens, descobri novas pessoas, novas culturas, novos modos de vida. O documentário "Luther Blissett: cultura nos extremos de São Paulo", que foi produzido pelo meu grupo, permitiu descobrir comunidades, pessoas engajadas em produzir cultura, contar com pessoas especializadas na área cultural. O entusiasmo cresce, cada vez mais, a cada abordagem, a cada generosidade estabelecida com as pessoas antes de depois das reportagens. O tema escolhido e delimitado foi pura ousadia, porque foi preciso o deslocamento aos lugares mais distantes da cidade paulistana. O movimento mundial, no qual foi assumido como o pseudônimo de Luther Blissett, foi uma grata surpresa por acreditarmos na similaridade da relação de anonimato com o de dar voz àqueles que fazem cultura sem necessariamente depender de recursos ou de equipamentos públicos. Desmistificar a cultura da periferia como algo inferior. Ver que cada pessoa tem uma história e pode contribuir sua experiência para o expectador. 



Pelo menos, com a experiência na produção do TC (Término de Curso), enxergo que ser jornalista é reportar o que o outro não sabe mas que pode contribuir para saber mais. O nosso documentário é resultado da aprendizagem e da pesquisa para compreender que, ainda, sabemos pouco. A produção é um modo de ver um resquício da realidade cultural nos extremos da cidade paulistana. 




































                                                                                 




                 

sábado, 19 de novembro de 2011

Apresentação de TCC



Queridos amigos,
Após 4 anos de estudos, segue o convite da apresentação do nosso TCC à banca examinadora. Ficarei honrado com sua presença, se puder.
Dia 21/11 (segunda-feira) às 21:30h
Local: auditório da Universidade Cruzeiro Do Sul - Bloco A






terça-feira, 15 de novembro de 2011

Documentário Luther Blissett: cultura nos extremos de São Paulo.


Estou só na expectativa para a apresentação do documentário "Luther Blissett: cultura nos extremos de São Paulo". A data da banca examinadora já está marcada e acontecerá no dia 21/11/2011, às 21:30h. Este trabalho de reportagem é fruto de muito esforço entre eu e meus colegas comunicólogos, Simone Alauk, Diego Queiroz, Cayan Fontoura e Alice Furlanetti.
Em todos os lugares visitados, fomos muito bem acolhidos e tivemos a colaboração de todas as formas imagináveis. O entusiasmo crescia, a cada gravação, na medida que os nossos personagens compreendiam a dimensão da nossa pesquisa. Mas nada aconteceria se não houvesse uma palavra que define o resultado do nosso trabalho jornalístico: GENEROSIDADE.
Ser jornalista, para mim, é nunca ter medo de ir ao encontro daquilo ou daquele que pode transmitir uma nova maneira de enxergar a vida.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Alegrai-vos!

Foto: Simone Alauk

‎"Alegrai-vos sempre no Senhor. Repito: alegrai-vos sempre no Senhor." Fl. 4,4

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Alguns registros do documentário

 Turma do Hip Hop no Teatro Silva em Pirituba -Zona Oeste



Pirituba - Zona Oeste

Vista do Vale do Anhangabaú - Centro

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Muito treino para o PAN!

Muito treino para o PAN!

Marcel Stürmer, sou dentre tantos que o admira pela seu talento com a patinação. Mesmo com o sumisso do seu figurino, você superou.
Estou certo de que suas vitórias não acontecem isoladamente. Boas pessoas ao seu redor permitem seu sucesso.
Digo sempre que SORTE é a soma do PREPARO com a OPORTUNIDADE. E você é um atleta, um rapaz, um ser humano de sorte, pois adiciona o preparo diante das oportunidades.
Parabéns pela medalha de ouro no Panamericano de Guadalajara!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

O que é cultura?

"CULTURA É IDENTIDADE. MAIS QUE ISSO, É TUDO O QUE HOMEM IMAGINOU PARA MOLDAR O MUNDO, PARA SE ACOMODAR NELE E TORNÁ-LO DIGNO DE SI PRÓPRIO. É ISSO A CULTURA: TUDO O QUE O HOMEM INVENTOU PARA TORNAR A VIDA VIVÍVEL E A MORTE AFRONTÁVEL." 
AIMÉ FERNAND DAVID CÉSAIRE - POETA MARTINICANO



segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Extremos na Bilings

Foto: André Lossio
Este fim de semana (17 e 18 de setembro) foi surpreendente ao gravar parte do documentário no extremo sul da cidade de São Paulo. Eu, minha amiga parceira Simone Alauk e equipe estivemos no Jd. Colônia Paulista - um bairro fundado por uma colônia alemã no começo do século XIX. 

·                                 Mas qual foi a surpresa?

o                                                         
Além da comunidade alemã, do cemitério da própria comunidade do século XIX, da aldeia indígena, descobrimos que existe, ao lado do cemitério alemão, a Associação Beneficente Cultural Esportiva Japonesa. 
Agradecemos a hospitalidade do anfitrião do cemitério colonial porque nos acolheu atenciosamente no bairro. 

No fim da tarde, partimos de lá rumo à casa da família de um amigo pescador. Fomos bem recebidos com o preparo de um jantar apetitoso. Nada melhor, naquele momento, do que uma comida caseira deliciosa (arroz, feijão, bife de panela com batata cozida) hummmmm...
Após a refeição, papeei com alguns membros da acolhedora família. Em seguida, "capotei" na cama de tanto sono, depois de um relaxante banho.
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No sábado, dormimos por volta das 22:30h e, logo pela manhã do domingo, acordamos e tomamos café da manhã. Partimos para a casa do pescador, no qual é presidente da APAR - Associação dos Pescadores Artesanais da Represa Billings.
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Embarcamos no barco do pescador e desbravamos as águas da Billings. De um lado da represa, a cidade de São Bernardo do Campo, do outro, a cidade de São Paulo. 
O passeio durou mais de 3 horas e, nesse tempo, entrevistamos o pescador no próprio barco, tendo como plano de fundo a mata e o horizonte de água. Depois foi a vez do meu amigo ambientalista, responsável por nos guiar durante os dois dias.
Foto: Simone Alauk
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O pescador nos levou em um ponto aonde é feita a captação da água para o abastecimento de grande parte da cidade e outras cidades da região metropolitana. Muita aventura! 

Tanto o pescador quanto o amigo ambientalista nos levaram até a aldeia indígena "Krukutu" 
e pudemos conhecer os membros da tribo e um pouco do modo de vida. Entrevistamos alguns membros da tribo e uma professora universitária que visitava a aldeia com seus alunos. Mas o melhor de tudo foi ter conquistado largos sorrisos de um bebê índio de 4 meses de idade, retribuídos por meu riso e minha fala entoada. Enquanto isso, pulava cheio de entusiasmo no colo da avó e da mãe, sentadas no chão da oca. Todos que estavam ao meu redor foram contagiados pelo riso gracioso do menino. Essa cena ficará marcada em minha memória.     
Foto: Simone Alauk
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Aproveitamos o regresso de barco para conhecer outros trechos da represa.
Enquanto voltávamos rumo à casa do pescador, ficamos fascinados com tanta diversidade cultural existente naquela região. Experiência, essa, feita em apenas dois dias pelos arredores da represa. A limitação, principalmente a de demarcação geográfica, mostra-nos o quanto cada instante é único: o encontro do povo alemão, indígena, africano, japonês. Cada um tem sua história, mas todos unidos e convivendo em sintonia nessa parte extrema da cidade paulistana. 



Pergunto:
Quer conhecer uma pessoa de verdade?

Respondo:
Viaje com ela.

Conclusão:
Foto: André Lossio

Bom D+ desbravar os extremos da cidade de São Paulo. Gratidão a Deus pela experiência ímpar e ter as pessoas amadas que devo citar:
Simone Alauk (amada amiga jornalista) - Eduardo (amado e eficiente motorista - namorado da Simone) - Luiz Fernando Borges (amado e zeloso guia ambientalista) - André Barboza (amado anfitrião do bairro paulistano Colônia) - Evaldo Bizarrias (amado presidente da APARBILLINGS - Associação de Pescadores Artesanais da Represa Billings).

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Citação da Saudade

foto: Maria Alzenir Lossio
"Uma simples citação da saudade já nos traz pra perto o que está longe!" André Lossio

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Jô Soares desabafa contra a Globo - Troféu Imprensa 87

Direto do túnel do tempo, o artigo "Agora falando sério", publicado por Jô Soares no ano de 1988, critica a oligarquia e monopólio da Rede Globo de Televisão. O texto serve para deixar claro como a mídia televisiva tem total influência na vida das pessoas, principalmente a dos brasileiros. Confira o que ele publicou no "Jornal do Brasil", justamente no ano em que nossa atual Constituição Brasileira foi promulgada:

Em 1947, os grandes produtores de Hollywood se reuniram no hotel Waldorf-Astoria, em Nova Iorque, e resolveram que artistas com pendências políticas em desacordo com os ideários não trabalhariam mais em filmes. Surgia a lista negra e a consequente caça às bruxas. Em pouco tempo, não somente radicais ou liberais eram perseguidos; qualquer artista que desagradasse aos chefes de estúdio era listado e não conseguia trabalho.

Com impecável senso de oportunidade, a TV Globo escolheu exatamente o momento da Constituinte no Brasil para inaugurar sua lista negra. Quem sair da emissora, sem ter sido mandado embora, corre o risco de não poder mais trabalhar em comerciais, sob a ameaça de que estes não serão lá veiculados.
Como a rede detém quase o monopólio do mercado, os anunciantes não ousam nem pensar em artistas que possam desagradá-la.

Neste ponto, alguém pode achar que estou falando por interesse pessoal. Garanto que não.
Não falo pelo fato de os meus comerciais não poderem ser exibidos, nem pelo fato mais recente, das chamadas pagas do meu novo espetáculo no Scala 2, "O Gordo ao vivo", terem sido proibidas. Sou um artista muito bem remunerado e meus espetáculos têm outros meios de divulgação. Graças a Deus, meus shows de humor já lotavam teatros antes que eu fosse para a Globo.

Que as chamadas de "O Gordo ao vivo" não passariam na emissora eu já sabia, desde outubro, pelo próprio 'Boni', que me disse em sua sala quando fui me despedir:
- Já mandei tirar todos os seus comerciais do ar. Chamadas do seu novo show no Scala 2, também, esquece. Estou vendo como te proibir de usar a palavra 'gordo'. - claro que esta última ameaça ficou meio difícil de cumprir: a megalomania ainda não é lei fora da Globo.

Logo, não é por isso que escrevo pela primeira ver sobre esse assunto. Saí da Globo, onde conservo grandes amigos, com a maior lisura e nunca me aproveitei deste espaço, ou de nenhum espaço, em causa própria. Escrevo, isso sim, porque atores que trabalham no meu programa, como Eliéser Mota, como Nina de Pádua, foram vetados em comerciais. As agências foram informadas, não oficialmente, é claro - como acontece em todas as listas negras - que suas participações não seriam aceitas.

É triste, nesse momento, em que se escreve diariamente a democracia no Congresso, que uma empresa que é concessão do Estado, cerceie impunemente o artista brasileiro, de um modo geral já tão mal remunerado.

Finalmente, eu gostaria de dizer que Silvio Santos foi tremendamente injusto quando chamou 'Boni', numa entrevista, de "office-boy de luxo". Nenhum office-boy conseque tanto rancor no coração.





O discurso é histórico. Será que as palavras de Jô Soares ainda prevalecem?

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Teleaula de hoje: como não ser repórter.

Atenção! Começa agora uma teleaula de Gafe. Acompanhe, com Serginho Groisman, o manual de como não ser repórter. Bons estudos!