sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Mangá de mim

Eu em mangá!

terça-feira, 8 de setembro de 2009

TRECHO DA CARTA DO PAPA JOÃO PAULO II AOS ARTISTAS


"Por isso, quanto mais consciente está o artista do « dom » que possui, tanto mais se sente impelido a olhar para si mesmo e para a criação inteira com olhos capazes de contemplar e agradecer, elevando a Deus o seu hino de louvor. Só assim é que ele pode compreender-se profundamente a si mesmo e à sua vocação e missão.

A Igreja tem igualmente necessidade dos músicos. Quantas composições sacras foram elaboradas, ao longo dos séculos, por pessoas profundamente imbuídas pelo sentido do mistério! Crentes sem número alimentaram a sua fé com as melodias nascidas do coração de outros crentes, que se tornaram parte da Liturgia ou pelo menos uma ajuda muito válida para a sua decorosa realização. No cântico, a fé é sentida como uma exuberância de alegria, de amor, de segura esperança da intervenção salvífica de Deus."

Vaticano, 4 de Abril de 1999, Solenidade da Páscoa da Ressurreição

FONTE: http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/letters/documents/hf_jp-ii_let_23041999_artists_po.html

SER FELIZ




"Ser feliz não é ter uma vida perfeita.


Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, perdas e frustrações.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história."


(Augusto Cury)

domingo, 30 de agosto de 2009

O enobrecer do Espírito Santo




“Sem o Espírito Santo, Deus está longe, o Cristo permanece no passado, o Evangelho é letra morta, a Igreja uma simples organização, a autoridade uma dominação, a missão uma propaganda, o culto uma velharia, e o agir cristão uma moral de escravos.


Mas, no Espírito, o cosmos é enobrecido pela geração do Reino, o Cristo ressuscitado torna-se presente, o Evangelho se faz poder e vida, a Igreja realiza a comunhão trinitária, a autoridade se transforma em serviço, a liturgia é memorial e antecipação, o agir humano é deificado.”




Atenágoras, patriarca ortodoxo de Constantinopla que, junto com o Papa Paulo VI, anulou as excomunhões entre católicos e ortodoxos criadas no cisma de 1054. Um homem que venceu barreiras multisseculares.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

"São Miguel de todos os tempos"



São Miguel de todos os tempos,

São Miguel de Ururai,

da Aldeia dos índios Guainazes,

do cacique Piquerobi.

Entre o verde das matas,

na pequena aldeia,

construída pelas mãos de Anchieta,

com a ajuda dos índios, a capela erigiu,

de taipas e telhas de barro,

a casa de Deus surgiu.

São Miguel de José de Anchieta,

São Miguel de Padre Aleixo,

de Dom Fernando Legal,

de Dom Manuel Parrado Carral,

nosso Bispo eclesial.

São Miguel dos nordestinos,

mineiros, de todos estrangeiros, que aqui um dia ajudaram a contar a história do bairro.

São Miguel, do Arcanjo Miguel, São Miguel de Baquirivu,

São Miguel da velha estrada Rio-São Paulo,

São Miguel de ontem, hoje e amanhã, São Miguel de todos os tempos.

São Miguel do sol nascente, que toca o coração da gente, terra abençoada por Deus,

onde todos convivem em paz e harmonia.

São Miguel, minha terra querida.

Inspire-nos a contar a sua história, a narrar a suas glórias.

Eterno Berço da esperança, patrimônio da humanidade,

Aqui já passaram grandes vultos da nossa história.

Tuas ruas contam histórias, de vitórias e de glórias, dos pioneiros destemidos, que com bravura, riquezas aqui construíram.Receba dos seus filhos ilustres esta pequena homenagem.

Terra amada, terra adorada, onde Deus fez a sua morada.

Que seu nome seja eternizado e o teu hino entoado.


Vitor Donizetti dos Santos Jornalista e escritor
e-mail do autor: vitor.d.santos@hotmail.com
Postado por Curso de monitores - Capela São Miguel Arcanjo


terça-feira, 4 de agosto de 2009

EVIDÊNCIA DE DRUMOND:






A DOR DO NÃO VIVIDO









Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que eram sonhadas e não se cumpriram.



Por que sofremos tanto por amor?



O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.



Sofremos por quê?



Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.



Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.



Como aliviar a dor do que não foi vivido?



A resposta é simples como um verso: se iludindo menos e vivendo mais!!!



A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.



A dor é inevitável. O sofrimento é opcional.






(Carlos Drumond de Andrade)

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Aquoso expressar


Água que rasga caminhos,
que rega esperança, que lava almas,
preenche profundos anseios de um coração.
Água que flui sentimentos, produz alimentos
e plácidas rimas de uma canção.
Água que sacia a sede, refresca corpos e mentes,
germina sementes em flores e rega as raizes do meu frasear.
Água que alivia as dores na voz dos cantores, atores, professores.
Que depura: amores, resquícios, sabores do meu e do seu paladar.
Gélida ou férvida, turva ou cristalina, da chuva ou da neblina.
Água... bruma de expectativas e quimeras.
Água que brinda a conquista; abençoa cada vida; inebria, condensa, lacrimeja o brilho de um olhar.
Ela, a água, umedece as palavras que jorram neste vívido tempo, de modo sublime e intenso, em cada gota desse aquoso expressar.
(André Lossio)