
Postado por Curso de monitores - Capela São Miguel Arcanjo




Michael Jackson"Quando Seu amor desce, eu posso descansar
meus olhos.Sinto Sua graça e poder fluir na minha vida.
Da mesma forma que minha
fragilidade e Sua força colidem.Quando seu amor desce caindo.
Quando eu me deitar pra dormir. Quando seu amor desce, eu posso descansar meus olhos.
Sinto Sua graça e poder fluir na minha vida.
Da mesma forma que minha fragilidade e Sua força colidem.
Quando Seu amor desce caindo.
Quando eu me deitar pra dormir"
Tradução da canção "Will Be There For Me"
1958-2009

Tradução:
Senhor: fazei de mim um instrumento de Vossa Paz!
Onde houver Ódio, que eu leve o Amor.
Onde houver Ofensa, que eu leve o Perdão.
Onde houver Discórdia, que eu leve a União.
Onde houver Dúvida, que eu leve a Fé.
Onde houver Erro, que eu leve a Verdade.
Onde houver Desespero, que eu leve a Esperança.
Onde houver Tristeza, que eu leve a Alegria.
Onde houver Trevas, que eu leve a Luz!
Ó Mestre, fazei que eu procure mais: consolar que ser consolado; compreender que ser compreendido; amar que ser amado. Pois é dando que se recebe.
Perdoando que se é perdoado e é morrendo que se vive para a vida eterna!
Amém!
O Pensador, de Auguste Rodin












"Eu junto minha maturidade artística pela habilidade de me fazer entender pelas crianças, por ser com uma delas. Você só é jovem uma vez - mas isso pode durar uma vida inteira." Vik Muniz



A OMB - Ordem dos Músicos do Brasil - foi criada pela Lei 3.857, de 1960, sob a batuta de Juscelino Kubitscheck, então presidente da República. Alguns anos depois, sob a regência do golpe militar de 1964, foi alçado à presidência da OMB Wilson Sandoli, que tocava na mesma tonalidade da ditadura, e, talvez graças à rigidez do sistema tonal - apelidado de "capitalismo sonoro", pela predominância de certos parâmetros sobre outros - ali permaneceu por mais de 40 anos.
Do início de outubro de 2008 até a proclamação da República, em 15 de novembro, depois de desmandos de 4 décadas, o vice-presidente Roberto Bueno, maestro, mandou trocar as fechaduras do sexto andar do prédio da Avenida Ipiranga - a do grito de independência - impediu a entrada do presidente semi-vitalício, Wilson Sandoli, ex-desembargador.
Diretor e professor do Conservatório Nacional de Cultura Musical, com cursos técnicos de Música, Roberto Bueno pretende mexer em um dos calcanhares de Aquiles da entidade: o exame de admissão, feito em compasso lento e anacrônico, além de promover uma campanha em prol da música ao vivo, pra valer, e não no compasso de espera que seu antecessor promoveu algumas vezes.
Como um músico que sobrevive de seu trabalho, uma das preocupações do maestro presidente é com o mercado para a música ao vivo, atacados pelo exército da música gravada e mais recentemente por DJs que fazem uso inadequado de samples e remixes. "Pode contar comigo", anima-se Bueno, quando manifestei interesse em ajudar na reestruturação do obsoleto teste de admissão à Ordem, incluindo habilitações com proteção dos Direitos Autorais em produção e mixagem, que já começa a ser aplicada em alguns países da Europa.
O maestro e professor Bueno coloca a Ordem à disposição para sugestões, apoios e parcerias, para fazer soar a segunda palavra da bandeira tupiniquim na ordem do dia. Na luta pela Música, os músicos agora contam com um acompanhamento mais sonoro. Menos tonal e mais harmônico, se é que os "especializados" sabem o que é isso. Fonte: Dynamite On Line
É uma boa notícia, principalmente porque me assusto com a quantidade de músicos desvinculados com a entidade. Sem exageros. E tenho certeza de que o papel da Ordem dos Músicos do Brasil deve seguir por um princípio: "A música é meio mais eficaz de atingir os corações" (Papa João Paulo II).
Boa sorte, Maestro Roberto Bueno!!!





